Como a reforma trabalhista impacta a minha empresa?

Como a reforma trabalhista impacta a minha empresa?
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Já abordamos aqui sobre a reforma trabalhista e como elas repercutem na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e na Lei nº 6.019/1974 que trata do trabalho temporário.

        Entretanto, apesar de ser claro o que mudou com a aprovação da reforma no dia 11 de julho, muitas empresas e profissionais de Recursos Humanos estão preocupados com os impactos dessas mudanças e todos os pontos que poderão ser negociados diretamente entre empregadores e empregados.

        Para ficar mais compreensível, vamos pensar da seguinte forma: a reforma funciona como uma atualização das leis, pois estas como estavam, não acompanhavam a evolução de vários setores, como, por exemplo, economia, tecnologia, comunicação, engenharia, entre outras,  que passam por constantes transformações.

        Diante disso, caracterizamos estas alterações como um avanço não só na produtividade, mas nas relações do funcionário e empresa. Item que está interligado com o resultado, certo? Possibilitando empresas, sindicato e trabalhadores definirem a melhor forma de conduzir mudanças sem estarem presos a regras que já não fazem parte de nossa realidade. Vale ressaltar também que muitas destas regras, às vezes, não eram cabíveis a alguns nichos de mercado.

        A partir disto, as empresas poderão ajustar questões de informalidade, como, por exemplo, o parcelamento de férias e banco de horas, que antes não era permitido, mas que ocorria em grande parte das empresas, por anseio do próprio trabalhador. Isso significa que, em grande parte, a reforma está regularizando o que hoje já se faz.

        Outro fator que deve ser levado em consideração é que a partir do momento em que se flexibiliza e a que há um contato mais amigável entre empresa e funcionário, existe a possibilidade de aumento do processo produtivo. Afinal, o funcionário fica mais motivado quando dá a ele a oportunidade de flexibilizar e negociar.

        Tais medidas criam um ambiente favorável ao companheirismo e felicidade no ambiente de trabalho, gerando comprometimento por melhores resultados, além de torná-los mais produtivos.

        É importante lembrar que o que está em discussão é o consenso entre as partes e não os direitos e deveres de cada um.

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